A Pra Angela ministrou “Fé e Amor andam juntos!”

“Fé e Amor andam juntos!”

A Pra Angela Paiva Fernandes, ministrou nesta manhã, (17/04) a respeito da Fé e do Amor, na passagem de Mt 5:43-48.

Segundo pregou a Pra Angela, essa passagem faz parte da 5ª seção do Primeiro Discurso de Jesus relatado por Mateus. Nesses ensinos Jesus não vem acrescentar nada de novo, mas reinterpreta o que foi ensinado por Deus a Moisés, que com o passar dos anos foi sendo corrompido pela interpretação humana.

Caso esse que ocorreu no versículo 44, no qual Moisés disse em Levítico 19:18 “Amarás o teu próximo”, e segundo a interpretação que os mestres judeus ensinavam nas sinagogas, ficou assim, conforme versículo 43 “Amarás o teu próximo e aborreceras o teu inimigo”.

Mas Jesus veio corrigir essa interpretação ao dizer: ” Amai a vossos inimigos,…”, ou seja não odieis, não detesteis os seus inimigos, mas retribua o mal com bem.

Sendo assim, Jesus afirma que aquele que assim proceder estará se assemelhando ao caráter de Deus, senão vejamos, “para que sejais filhos do Pai que está nos céus;” v. 45a.

Jesus, no v. 45b ensina que o sol e a chuva são para “maus e bons”, para os “justos e injustos”, ou seja, partindo do princípio de I Jo 4.8, que diz que “Deus é amor”, sabemos que Deus é bom, e nele não existe mal, assim esta parte ensina que Deus é um Deus de oportunidade, pois todos somos criaturas de Deus, e Ele não faz mal a ninguém.

Ele dá a mesma oportunidade a todos os seres humanos debaixo do sol e da chuva, pois todos tem oportunidade iguais de se desenvolverem familiarmente, socialmente, economicamente. A diferença está em como o reconhecemos, se é como Deus ou como Pai!

Sim, muitos creem que Deus existe, mas fazem a sua alegria única e exclusivamente do seu esforço, da força do seu braço, outros creem que embora trabalhem, reconhecem que a força para a realização do seu trabalho vem do Pai, pois na dependência de Deus o reconhecem como Pai.

Diante, dessa oportunidade que Deus nos dá, para fazermos as nossas próprias escolhas é que Ele deseja que o reconheçamos não só como Deus, mas como Pai, assim como Jesus nos ensinou.

Importa dizer que, Deus não põe doença em ninguém, Deus não mata ninguém, mas nós somos o resultado das nossas próprias escolhas, e até mesmo o resultado das escolhas daqueles que tinham a obrigação de cuidar de nós. Mas ainda que estes que tinham a obrigação de cuidar de nós tenham agido bem ou mal, nós num determinado período da nossa vida passamos a ser responsáveis por nossas próprias escolhas. Tanto é que, muitos foram bem cuidados e escolheram maus caminhos, outros foram mau cuidados e escolheram bons caminhos. Portanto, a escolha no final é sempre nossa.

Dessa forma, Jesus nos ensina que o amor só poderá fluir onde não há ódio, onde as pessoas perdoam e pedem perdão. Vez que se somos templo do Espírito Santo, logo somos “Portais” do fluir do amor de Deus, então é através das nossas vidas ao cumprir os dois maiores mandamentos, que é amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo, revestindo esse amor pelo sentimento da compaixão é que seremos capazes de produzir a Fé sobrenatural, como dom, dádiva de Deus.

Jesus nos ensina que sem Amor, não existe Fé, mesmo porque a partir do Capítulo 8, Mateus apresenta os milagres de Jesus, dos quais são realizados pelo sentimento de Amor, revestido de Compaixão, ou seja, pela capacidade se colocar no lugar do outro e levar alívio a dor, e ao sofrimento alheio.

Entendemos que o Amor produz Fé, que gera o Milagre e a Esperança, no nome de Jesus, pois Ele morreu por Amor a nós.

Jesus operou milagres, não para demonstrar poder, mas foi por Amor!

Quer receber um milagre libere e receba o perdão, libere e receba amor, de Deus Pai e do teu próximo.

Deus não quer ser apenas o nosso criador, mas quer ser reconhecido por meio do amor, como nosso Pai. Portanto, o Pai que está nos céus está te esperando para se reconciliar com você, a escolha é sua!

O Amor você não vê, mas ele existe! Deus você não vê, mas Ele existe! Assim é a Fé, você não vê, mas ela existe!

Amor => produz => Fé => gera => Milagre e Esperança = JESUS (Ele é amor, pois Ele é Deus Fl 2:11)

Ao final do culto vidas se renderam ao Senhor! E o reconheceram como Senhor e Salvador! E o receberam como Pai amoroso que é!

Veja as fotos do culto abaixo:

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O maior plano do Pai somos nós!

Eu

O maior plano do Pai somos nós! 

Angela Paiva Fernandes

II Coríntios 5

14 – Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.

18 – E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;

19 – Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

Essa frase do apóstolo Paulo é muito forte “o amor de Cristo nos constrange”.  Quando nos abrimos para os mistérios de Deus, para experimentar o que está escrito na sua palavra, e então a materializamos ao nos relacionarmos com Deus por meio da mensagem de Cristo, abrindo nosso coração, nosso sentimento, nossa vida para Ele entrar e fazer como Ele quer, até nos rendermos a Ele e dizer eu sou Teu, me ama mais e mais, assim como também quero Te amar mais e mais.

Assim, nos rendemos a Cristo ao pé da cruz, diante da Sua dor, do sofrimento, do flagelo, da angústia, da ingratidão. Ele aceita passar tudo para encobrir com o Seu sangue os nossos pecados, e então nos resgata para que reconciliados com o Pai possamos novamente ser. Simplesmente por amor!

Por amor, por amor! Ele me ama, Ele nos ama, Ele simplesmente me ama e te ama!

O maior plano do Pai somos nós! Por isso, nos deu por meio de Jesus Cristo o ministério da reconciliação, pois este é o maior sonho de Deus, que um dia a gente venha a se reconciliar com Ele, que um dia por amor possamos ter comunhão com Suas ideias, com Seus propósitos, que eu e você venhamos a caminhar com Ele e ter prazer nas coisas que Ele gosta, assim como também Ele terá prazer em nos agradar.

Certo dia, ouvi algo que me tocou profundamente e me fez refletir. Tratava-se da seguinte ilustração:

Um homem que havia morrido e estava perante o tribunal de Deus, onde todos os joelhos naquele dia se dobrarão. Bem, esse homem havia sido condenado a ir para o inferno.

Durante o percurso um homem o abordou: – Você foi condenado ao inferno? Como isso pôde ocorrer com você, pois Deus é tão bom! Todos o conhecem como o Deus do amor!!! Não entendo como você possa ter sido condenado ao inferno!?!

– É, mas, foi isso mesmo que me aconteceu, pois agora entendo o que muitos me disseram, mas resisti, relutei e não aceitei. Enfim, não foi Deus quem me condenou, e sim eu quem escolhi minha sentença, pois não fui condenado ao inferno, ou seja, a viver para sempre longe do criador, por causa dos meus pecados, mas por não ter aceitado o perdão de Deus.

Pai, te agradeço por entender o plano salvífico da cruz de Jesus Cristo que vivo está. Muito obrigada por me amar, por simplesmente me amar. Eu te amo! Obrigada por sempre estar de braços abertos para me receber, por me perdoar, por me ensinar. Pai, eis me aqui, a Ti rendida estou, a minha vida entrego nas Tuas mãos!

Pai, eu sou Tua, salvai-me!