O maior plano do Pai somos nós!
Angela Paiva Fernandes
II Coríntios 5
14 – Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.
18 – E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;
19 – Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.
Essa frase do apóstolo Paulo é muito forte “o amor de Cristo nos constrange”. Quando nos abrimos para os mistérios de Deus, para experimentar o que está escrito na sua palavra, e então a materializamos ao nos relacionarmos com Deus por meio da mensagem de Cristo, abrindo nosso coração, nosso sentimento, nossa vida para Ele entrar e fazer como Ele quer, até nos rendermos a Ele e dizer eu sou Teu, me ama mais e mais, assim como também quero Te amar mais e mais.
Assim, nos rendemos a Cristo ao pé da cruz, diante da Sua dor, do sofrimento, do flagelo, da angústia, da ingratidão. Ele aceita passar tudo para encobrir com o Seu sangue os nossos pecados, e então nos resgata para que reconciliados com o Pai possamos novamente ser. Simplesmente por amor!
Por amor, por amor! Ele me ama, Ele nos ama, Ele simplesmente me ama e te ama!
O maior plano do Pai somos nós! Por isso, nos deu por meio de Jesus Cristo o ministério da reconciliação, pois este é o maior sonho de Deus, que um dia a gente venha a se reconciliar com Ele, que um dia por amor possamos ter comunhão com Suas ideias, com Seus propósitos, que eu e você venhamos a caminhar com Ele e ter prazer nas coisas que Ele gosta, assim como também Ele terá prazer em nos agradar.
Certo dia, ouvi algo que me tocou profundamente e me fez refletir. Tratava-se da seguinte ilustração:
Um homem que havia morrido e estava perante o tribunal de Deus, onde todos os joelhos naquele dia se dobrarão. Bem, esse homem havia sido condenado a ir para o inferno.
Durante o percurso um homem o abordou: – Você foi condenado ao inferno? Como isso pôde ocorrer com você, pois Deus é tão bom! Todos o conhecem como o Deus do amor!!! Não entendo como você possa ter sido condenado ao inferno!?!
– É, mas, foi isso mesmo que me aconteceu, pois agora entendo o que muitos me disseram, mas resisti, relutei e não aceitei. Enfim, não foi Deus quem me condenou, e sim eu quem escolhi minha sentença, pois não fui condenado ao inferno, ou seja, a viver para sempre longe do criador, por causa dos meus pecados, mas por não ter aceitado o perdão de Deus.
Pai, te agradeço por entender o plano salvífico da cruz de Jesus Cristo que vivo está. Muito obrigada por me amar, por simplesmente me amar. Eu te amo! Obrigada por sempre estar de braços abertos para me receber, por me perdoar, por me ensinar. Pai, eis me aqui, a Ti rendida estou, a minha vida entrego nas Tuas mãos!
Pai, eu sou Tua, salvai-me!

