Quarta dos Milagres: “Campanha da Multiplicação do Azeite”
O Ap. Josué fala dos princípios para se
“Estabelecer e viver na Cultura do Reino de Deus!”
Na noite desta quarta-feira (06/07/2016), na Campanha da Multiplicação do Azeite contamos com a presença do Apóstolo Josué Santos da Igreja Apostólica Nova Terra, que nos alicerçou sobre o firme fundamento da palavra, nos ensinando a maneira pela qual podemos “Estabelecer o Reino de Deus”!
Iniciada a ministração, o Apóstolo Josué chama a Igreja a orar, e nos remete a passagem que está em Apocalipse, que diz que os tímidos não entrarão no Reino de Deus.
Mas fez questão de explicar que quando falamos acerca dos tímidos, estamos nos referindo aos sem coragem para clamar a Deus, e tão pouco anunciam o Evangelho de Cristo.
O Apóstolo Josué disse: “Que a nossa vida seja um trono de adoração!”
E declarou que é preciso Estabelecer o Reino de Deus aqui neste mundo, e lançou seus questionamentos:
Como estabelecer o Reino de Deus? Como fazer para que as pessoas acreditem?
De uma pergunta simples, o Ap. Josué direcionou a pregação a algo profundo que falou aos nossos corações, em suas palavras:
“Estabelecendo o Reino de Deus através da Cultura Evangélica”

De maneira criteriosa, primeiramente, nos chamou a atenção para um problema que vem atrapalhando o Estabelecimento do Reino, que é a banalização do Evangelho de Cristo.
Disse ainda, que satanás tem invadido as nações, e dessa maneira dividindo povos e os destruindo em suas bases, seus fundamentos, pois ele vem e se infiltra nos pilares e os destroem, trazendo insegurança a nação.
A exemplo disso, o Ap. Josué falou da situação política do País, a “quebradeira” na política nacional, e maneira como satanás conduziu isso, de forma a levar o povo a não mais dar credibilidade aos políticos, e a representante governamental algum!
E satanás não se deteve a política, se infiltrou no judiciário, contaminando juízes, advogados, e manchando a reputação da polícia, que foi criada para manter a ordem pública. Gerando no povo uma insegurança em relação aos verdadeiros valores morais e éticos, e distorcendo a verdade em mentiras e falácias.
Lembrando que, está escrito em Efésios 6:11-13:
“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.” (grifo nosso)
Satanás é mestre em querer destruir e distorcer a Cultura do Reino, e instaurar a sua cultura no mundo.
E enfatizou: “Uma nação fraca, gera pessoas fracas”!

Fez questão de relembrar a forma pela qual as crianças eram anteriormente ensinadas, pois falou sobre a extinta matéria escolar de E.M.C. (Educação Moral e Cívica), da qual foi retirada da grade curricular, e ensinava sobre cidadania, sobre respeito, civilidade, ética, mas nossas crianças foram destituídas dessa matéria, que gerava fundamento e iniciação à cidadania, o respeito a coletividade, e ao interesse e a reflexão política.
O Ap. Josué enfatizou que satanás está tentando destruir as nações. Mas que até agora não conseguiu concretizar seu plano em razão da Igreja.
Falou da cultura da aprovação que se instaurou nas escolas, a queda na qualidade de ensino, e da capacidade de questionamento e reflexão do aluno, muitos estão em séries que não correspondem ao seu nível de conhecimento. Falasse muito da aprovação, de ser aprovado, da cultura do ter “diploma”, do ter isso ou aquilo.
O Ap. Josué direcionado por Deus, levou a Igreja a uma profunda reflexão com seus questionamentos:
“Estamos na Igreja por quê? Para quê?

Nos remeteu a passagem que está em Lucas 9:23, que diz que quem quiser seguir a Jesus, tem de negar a si mesmo, tomar a sua cruz e o seguir, e ainda Mateus 8:20, que diz que “o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”. Lembrou-nos que o Evangelho de Cristo é renúncia!
Falou sobre a cultura do ter, quando na realidade devemos aprender a Cultura do Reino de Deus que é dar antes de receber. Esclareceu que a chave das bênçãos é a renúncia, assim como está escrito em Mateus 6:33, “buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas”.
E dessa forma, passou a esclarecer a forma pela qual devemos Estabelecer o Reino de Deus:
Primeiramente: Nascer de Novo.
E nos esclareceu que existe o Reino de Deus e o reino satânico, nos chamou a atenção da necessidade de entendermos como o Reino de Deus funciona, ou seja, precisamos conhecer a Cultura do Reino de Deus, pois quando se conhece o verdadeiro, é fácil identificar o falso.
Nessa linha de raciocínio nos remeteu a João 3:1-6, e falou a respeito de Nicodemos, que era uma pessoa importante na época, um participante do governo, e da forma que inicialmente ele agiu, como fariseu, bajulador, que antes de se achegar ao Mestre, adulou-o com seus próprios atos e palavras enaltecedoras, porém, Jesus não aceitou tal bajulação e enfatizou a Nicodemos que se ele não nascesse de novo, não veria o Reino de Deus.
O Reino de Deus está entre nós e no nosso meio. Primeiro temos que nascer de novo, para VER, e depois mergulhar na água, para ENTRAR e do espírito, para VIVER o Reino de Deus.
O nascer de novo ter a ver com a FÉ, a Água simboliza a Palavra de Deus, e o Espírito a intimidade com o Deus Pai.
Nos fazendo entender que se nós não trouxermos para dentro de nós a Água, ou seja, a Palavra, vamos crer pela fé, mas não vamos experimentar as bênçãos de Deus.
Pois devemos não só nascermos pela fé, mas sermos convencidos pela Palavra a entrar. E foi criterioso em afirmar que há diferença entre “aquele que nasce” e o “que entra no Reino de Deus”.
Citou sobre a passagem do tanque de Betesda (Jo 5:6-8), do paralítico que aguardava alguém que o levasse as águas quando elas se moviam para ser curado. E Jesus chegando a ele foi simples e perguntou você quer ser curado? Ao invés de responder prontamente que “sim”, apresentou justificativas embasadas em desculpas, das quais se esquivava da sua falta de coragem e atitude, e se apoiava em colocar a culpa em terceiros. E Jesus ordenou-lhe: “Levanta-te, toma o teu leito, e anda.” Na verdade Jesus lhe disse: Tenha atitude!!! E ele agiu e foi curado, esse é um princípio da Cultura do Reino de Deus, ou seja, ATITUDE!
Nos falou ainda da forma pela qual repreendemos o devorador em nossa vida, que por meio da Cultura do Dízimo, com a ATITUDE de entregar, devolver é que se repreende o devorador, isso é Cultura do Reino.
E ainda, nos fez entender que a partir do momento que compreendemos a Cultura do Reino, não buscamos mais a Igreja para receber bênçãos, mas nós a buscamos porque somos verdadeiramente abençoados, e queremos aprender mais a respeito da Cultura do Reino de Deus, e assim ter mais intimidade com o Pai.
Nos falou da distorcida visão das pessoas do que vem a ser o Reino de Deus, e enfatizou a necessidade de mudar a Cultura, abandonar velhos hábitos, doutrinas e dogmas, enfim de toda religiosidade que nos impedem de VER e ENTRAR e a VIVER no REINO DE DEUS.
Disse o Ap. Josué: “Deus quer alinhar a nossa cultura com a Cultura do Reino!”
Falou ainda, do início da vida de Daniel, quando foi levado cativo ao reino babilônico, manteve-se firme na sua Cultura, implantou sua cultura, juntamente com seus amigos, pois pediu permissão para que não se alimentassem dos manjares do rei, mas que pudessem comer somente verduras e legumes por dez dias e obtiveram sucesso, e dessa maneira não se contaminou como os outros jovens, mas manteve o seu jejum por 3 anos, até que chegasse o tempo de se apresentarem ao Rei.
Pois como bem disse o Ap. Josué, no Palácio só entra e vive quem tem Cultura de Reino. Sendo assim, Daniel e seus amigos eram os mais formosos e foram escolhidos pelo rei.

Em seguida, nos conduziu a passagem que está em Daniel 6:10, que fala do decreto para condenar qualquer um que adorasse outros deuses ao invés do Rei Dário, pois esse seria lançado na cova dos leões (início da perseguição política), e Daniel que tinha uma Cultura de Reino de Deus, continuou firme em seus fundamentos, orando 3 vezes ao dia, mantendo sua intimidade com Deus, não se deixou corromper, não se contaminou, e mesmo lançado a cova dos leões nada lhe sobreveio. Há um exemplo nesta passagem da cultura de Daniel, que era a firmeza de caráter e a disciplina de orar três vezes ao dia. Essa era a cultura dele.
Disse ainda, “Jesus disse: sim sim, não não! Portanto, não há espaço para erros.”
E Daniel que tinha cultura de Reino sabia disso, o decreto de lei para perseguir Daniel não teve o fim esperado, pois ele se manteve firme em seu fundamento. Diz a palavra que o quarto de Daniel tinha muitas janelas.
Janelas aqui significam comunicação espiritual. Quando você ora, uma janela se abre, comunicação com Deus, e se você insiste na oração você pode abrir uma porta.
Nos falou o Ap. Josué ainda, a respeito de uma viagem na qual foi realizar um ato profético no Egito, que dado certo momento foram conhecer um shopping e estavam olhando as lojas quando foram colocados para fora por um muçulmano, porque era o momento da oração dele, demonstrando o impacto e a influência da cultura em nossas vidas, da maneira pela qual somos alicerçados e construímos nossos fundamentos.
E nesse sentido, mencionou o momento em que Moisés e Josué sobem ao monte e esperam por seis dias, e que no sétimo Deus chama a Moisés para entrar em sua presença, e Josué que tinha Cultura de Reino, pois tinha visão espiritual, aguardou por 40 dias o retorno de Moisés.
Demonstrou a diferença entre a cultura de Josué e Arão, pois enquanto Josué esperava a oportunidade de conhecer mais da revelação de Deus, Arão preferiu dar ao povo um bezerro de ouro para adorarem.
O Ap. Josué fez questão de relembrar o quão difícil foi para Deus entregar e permitir a crucificação de Jesus, demonstrando o sacrifício de Deus para conosco.
Falou da cultura do pedir, e pedir, enquanto na verdade devemos nos entregar a Deus, assim como Jesus fez.
Falou ainda da terceira maneira de estabelecer a Cultura de Reino que é:
Saber quem eu sou? Onde estou? E para onde eu vou?
Falou da importância de orarmos, de construirmos nossa vida em cima de firmes fundamentos, que nos levem a Cultura de Reino, e dessa forma obteremos sucesso.
Nos remeteu a palavra no livro de 1 Samuel 1: 9-11, que fala de Ana.
Fala do voto de Ana, que tinha Cultura de Reino, que prometeu a Deus entregar seu filho a Ele para lhe servir caso ela recebesse a graça de conceber, e lhe entregaria para ser Profeta.

Ana na Cultura de Reino, alinhou sua vontade e necessidade com a vontade e necessidade de Deus, que necessitava de um novo profeta, tendo em vista que o sacerdote Eli havia se corrompido e ficado inerte frente aos pecados dos seus filhos.
Disse o Ap. Josué, Profeta é boca de Deus na Terra. E disse ainda que após entregar a Samuel, Ana ainda concebeu mais 5 filhos.
Enfim, o Ap. Josué levou a igreja a refletir a respeito da maneira que Deus estabelece o Seu Reino, e a maneira que devemos agir para não apenas ver, mas entrar e viver as verdades do Reino de Deus, pois como diz nosso Pr Renato, que Deus não se move por nossas necessidades, mas por princípios, ou seja, Deus se move por um alinhamento das nossas necessidades, com as necessidades Dele, a partir da renúncia.
Dessa forma, conclui-se que Deus renunciou a si mesmo por nós ao entregar seu filho Jesus, que é Deus, a morte de cruz, bem como nos alinhamos ao Deus Pai, quando renunciamos a nós mesmos, e nos entregamos a Ele.
Em síntese, esse são os primeiros fundamentos para estabelecer a Cultura do Reino de Deus, quais sejam: Renúncia e Entrega!! Tenha ATITUDE e CORAGEM!!
Local:
Rua Paranapanema, 35 – Vila São Bento
São José dos Campos/SP
